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Pobre do cavaleiro
que, com espada e confiança em riste,
depara-se com uma princesa dessas.
Do alto da torre,
ela observa pela janela. Não pede ajuda ou salvação.
Está onde quer e onde merece, longe de qualquer confusão.
Não tem medo de bruxa e, o dragão, já domesticou.
Quem é bela não precisa de espada, tem a seu serviço
a sedução. E o cavaleiro, meio sem graça, se sente
um tanto sem função.
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